A armadilha em sentido conotativo

Paciente: Qual armadilha você está falando Dr?!

Psicoterapeuta: Existem tantas não é? Qual você imagina que está te pegando hoje?

Paciente: Uma que não sei bem se posso chamá-la de “armadilha”. É que... ando brigando demais em casa. Minha esposa diz que não aguenta mais. Tudo virou um inferno.


(...) e sessões se seguiram.



A armadilha no sentido conotativo pode tomar

diversas formas. Quando por exemplo, há uma baixa da energia, ou seu excesso, em forma de depressao é mania, respectivamente, a pessoa pode estar passando por uma fase de:


Psicoterapeuta: Você se sente entre a cruz e a caldeirinha?

Paciente: (em tom triste) é bem isso.


Situações podem facilitar e ser o “gatilho” para descompensações mais sérias. Altas exigências podem provocar um desequilíbrio neuronal e bioquímico, que se beneficia de medicações específicas, a depender dos sintomas e seu espectro.


A atuação multidisciplinar promove uma resposta melhor nestes casos. Negligênciaá-lá pode custar caro a médio e longo prazos. Podem ocorrerem de tantas formas , como a perda de um negócio lucrativo , a mudança de um emprego, uma condenação judicial.


Qual sua (atual) armadilha conotativa? Já parou para pensar? Quanto ela está te custando? Você por um acaso gosta dela, se colou?


Se você conhece alguém que está passando por um momento destes, não permita que a pessoa siga sozinha em sua dor. Se for você, espero que tenha um “feixe de luz” para buscar ajuda.




Nunca na história da humanidade existiram tantas formas de tratamento para as dificuldades humanas. Pense nisso!!


Um abraço forte.

Dr. Diogo Lacerda

Psicólogo e Psicanalista

(11)98784-3952

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